Por Rodrigo Campos
Como líder, busco fomentar o que de melhor existe em cada membro da minha equipe. Por uma opção particular, aplico um sistema de liberdade que faz com que cada membro tenha o sentimento de ser independente dentro da sua área de atuação. Procuro fazer emergir uma disciplina espontânea e ao mesmo tempo o senso de responsabilidade com o todo. Não vejo dilema entre ser temido ou respeitado, pois, opto sempre pelo respeito.
Busco cumprir bem o papel de quem se propõe a liderar pessoas. Coloco-me entre as atividades que devem ser feitas e a pressão que existe para que não sejam. Digo sempre aos meus pares: “Estou aqui para deixá-los produzir e para impedir aquilo ou aqueles que se contraponham a isso”.
Num primeiro momento, compro briga com quem só enxerga cifras e números. Embora sejam parâmetros importantes, entendo que o meu capital é o humano – o profissional, sendo ele o responsável pela geração do ativo – o conhecimento. É isso que produz o resultado, e isso que potencializo. Sendo o resultado favorável (e é) até os numerólogos ficam satisfeitos.
Ao lidar com pessoas, sei que tratarei daquilo que é objetivo e daquilo que não é. É preciso administrar o tanto quanto possível sentimentos (vaidade, inveja, desejo, dúvida, etc.). Essas características humanas nada têm haver com o bom senso, mas são questões que não podemos ignorar ao tratar com pessoas.
Se a dúvida é uma característica humana, pois, o animal não duvida, ele age seguindo seu instinto, a escolha também é uma característica do homem. É na escolha que procuro respaldo. Até na insatisfação existe uma escolha que foi feita, embora não tenha sido aceita. Em algum momento, sempre escolhemos.
Sei que existem perfis distintos em equipes. Existem aqueles que desejam apoiá-lo, e aqueles que o julgam incapaz. Existem aqueles que se sentem privilegiados, e aqueles que não desejavam estar ali. Existem aqueles que o respeitam, e aqueles que não. Existem aqueles solidários entre si, e aqueles não são. Sei que existem também perfis distintos de líder. Existe o líder comprometido com a sua equipe, e aquele que não é. Existe o líder que teme ser superado, e aquele que apóia o crescimento da equipe. Existe o líder ético, e aquele que é oportunista.
O perfil líder x equipe se soma. Por exemplo, uma equipe que apóie o seu líder e tenha um líder comprometido com ela, ambos tendem a obter benefícios. Por outro lado, uma equipe que tenha um líder inseguro e alguém que não o respeita está potencializado neste cenário um conflito interno por poder.
Creio que cabe a quem forma definir o perfil médio da sua equipe. Se a equipe é fraca, seu líder provavelmente é fraco ou inseguro. Se a equipe é unida, seu líder provavelmente promove essa união. Para uma equipe já formada, cabe a quem escolhe o novo líder avaliar o seu perfil. Também cabe ao liderado a escolha do seu líder. Ele pode optar por ficar ou não, mas é sempre uma questão de escolha.
Confesso que tenho certa desconfiança do líder que se destaca (no sentido de distância) da sua equipe. Não raramente, vejo ditos líderes que sabotam suas equipes para obter promoção individual. Há também aqueles que se auto-sabotam por terem assumido responsabilidades para as quais não estavam preparados.
Gosto de comparar equipes com tripulações de navio. Quando o barco está feliz, um termo naval, é um indicador que um bom capitão está no comando. Neste caso, tanto o capitão quanto a sua tripulação não temem nem as piores tempestades. Quando o barco não está feliz, é o próprio capitão quem reza para que não chova.
Pessoalmente, acredito que um bom líder entende e se faz entender por seus liderados. A boa comunicação, somada ao conhecimento humano e a firmeza de propósitos são fatores fundamentais para o sucesso sustentável.
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Notas:
Para quem se interessar, recomendo a leitura de um artigo que escrevi que trata da história de dois capitães do mar, Sir Shackleton e Pollards. Para tanto, basta um clique aqui. Informações biográfias sobre Ernest Henry Shackleton podem ser obtidas por consulta a Wikipédia, no link: | Shackleton |
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Rodrigo Campos .:. Diretor Presidente do Allegro Business Group. Consultor atuante no mercado de tecnologia da informação e logística há mais de 15 anos.
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Prezado Rodigo,
Tenho acompanhado seus artigos com grande interesse. Seu artigo sobre liderança, de fato é muito bom.
Gostaria de afzer apenas uma observação: Como escreveu James C Hunter, em seu livro: Como Tornar-se um Líder Servidor – Os Princípios da Liderança de O Monge e o Executivo: nós, líderes, não gerenciamos pessoas, gerenciamos sim as atividades. Nós lideramos pessoas.
Parabéns por mais esse excelente artigo.
Abraço,
Roberto Cavalcante, PMP
Gerente de Projetos
Unisys do Brasil
Caro Roberto,
começo agradecendo seu interesse pelos textos que tenho escrito. Eles são a compilação das minhas experiências e os escrevo com o objetivo de compartilhar e trocar idéias.
Considero sua observação sobre o fato de gerenciarmos atividades e liderarmos pessoas tão procedente que resolvi alter o termo gerenciar para liderar no texto.
Obrigado por suas considerações e pela importante colaboração.
Forte abraço!
Rodrigo Campos
Diretor Presidente
Allegro Business Group
Olá Rodrigo,
Excelente artigo concordo com você que existem tipos diferentes de lideres, mas acho que existe uma espécie de reação das duas partes tanto do lider quanto dos liderados, muitas vezes a falta de dialogo entre as duas partes dificulta bastante o relacionamento profissional, criando entre si personagens diferentes, acredito que uma das formas de quebrar essas falsas imagens seria um almoço com a equipe mas isso também precisa ser algo natural, senão pode se tornar uma bola de neve na equipe.
Grande Abraço!
Janilson
Caro Janilson,
é sempre bom encontrá-lo por aqui. Concordo com a sua colocação sobre a importância da comunicação na equipe e a interação entre os seus membros.
Como bem disse, é preciso que essa interação seja real e sincera, pois, de maneira contrária, não se manterá.
Obrigado por suas considerações.
Forte abraço!
Rodrigo Campos
Diretor Presidente
Allegro Business Group
Bom dia Rodrigo,
O controle das múltiplas ações dirigidas à metas comuns faz do seu último parágrafo a verdadeira chave para o sucesso. “A boa comunicação, somada ao conhecimento humano e a firmeza de propósitos são fatores fundamentais para o sucesso sustentável.”
Parabéns,
Cordial abraço,
Paulo Valerio
Caro Paulo,
Seja sempre muito bem vindo! A comunicação é realmente importante, pois, a sua ausência pode causar desorientação e conflitos entre a equipe. O conhecimento humano se traduz em respeito na relação de trabalho e pessoal. A firmeza de propósito provê sustentação ética e moral para a equipe.
Obrigado por suas considerações.
Forte abraço!
Rodrigo Campos
Diretor Presidente
Allegro Business Group
[...] grande desafio do Líder 14 04 2008 Equipe – O grande desafio do Líder Postado no Abril 13, 2008 de [...]
Rodrido parabéns por mais esse texto. Tenho acompanhado suas divulgações e não me arrependo em nada dos momentos que despendo na leitura de suas colocações. Aprendo muito contigo.
Um cordial abraço .
Caro Cleber,
Começo agradecendo a gentileza das suas colocações. Saiba que me sinto ainda mais motivado a continuar escrevendo. Escrevo com a sincera intenção de expor e trocar e idéias, sem me considerar dono de qualquer verdade. Este aqui é um lugar de aprendizado para todos, o que não me excluí. Vou me esforçar ainda mais para continuar a ser merecedor do tempo investido na leitura desses textos, pois, a partir de comentários como o seu, e de outros já recebidos, fazem aumentar ainda mais a minha responsabilidade.
Obrigado por suas considerações.
Forte abraço!
Rodrigo Campos
Diretor Presidente
Allegro Business Group
Caro Rodrigo,
Parabéns pelo artigo e como complemento segue algo que vai ao encontro da matéria. Não sou fã da pessoa que deu a antrevista, mas tenho de endossar a essência das respostas. Espero que ache interessante.
Boa leitura.
Harley
Cuidado Com os Burros Motivados.
A revista IstoÉ publicou esta entrevista de Camilo Vannuchi. O entrevistado é Roberto Shinyashiki, médico psiquiatra, com Pós-Graduação em administração de empresas pela USP, consultor organizacional e conferencista de renome nacional e internacional.
“Cuidado com os burros motivados”
Em “Heróis de Verdade”, o escritor combate a supervalorização das aparências, diz que falta ao Brasil competência, e não auto-estima.
ISTOÉ – Quem são os heróis de verdade?
Roberto Shinyashiki – Nossa sociedade ensina que, para ser uma pessoa de sucesso, você precisa ser diretor de uma multinacional, ter carro importado, viajar de primeira classe. O mundo define que poucas pessoas deram certo. Isso é uma loucura. Para cada diretor de empresa, há milhares de funcionários que não chegaram a ser gerentes. E essas pessoas são tratadas como uma multidão de fracassados. Quando olha para a própria vida, a maioria se convence de que não valeu a pena porque não conseguiu ter o carro nem a casa maravilhosa. Para mim, é importante que o filho da moça que trabalha na minha casa possa se orgulhar da mãe. O mundo precisa de pessoas mais simples e transparentes. Heróis de verdade são aqueles que trabalham para realizar seus projetos de vida, e não para impressionar os outros. São pessoas que sabem pedir desculpas e admitir que erraram.
ISTOÉ – O sr. citaria exemplos?
Shinyashiki – Quando eu nasci, minha mãe era empregada doméstica e meu pai, órfão aos sete anos,empregado em uma farmácia. Morávamos em um bairro miserável em São Vicente (SP) chamado Vila Margarida. Eles são meus heróis. Conseguiram criar seus quatro filhos, que hoje estão bem. Acho lindo quando o Cafu põe uma camisa em que está escrito “100% Jardim Irene”. É pena que a maior parte das pessoas esconda suas raízes. O resultado é um mundo vítima da depressão, doença que acomete hoje 10% da população americana. Em países como Japão, Suécia e Noruega, há mais suicídio do que homicídio. Por que tanta gente se mata? Parte da culpa está na depressão das aparências, que acomete a mulher que, embora não ame mais o marido, mantém o casamento, ou o homem que passa décadas em um emprego que não o faz se sentir realizado, mas o faz se sentir seguro.
ISTOÉ – Qual o resultado disso?
Shinyashiki – Paranóia e depressão cada vez mais precoces. O pai quer preparar o filho para o futuro e mete o menino em aulas de inglês, informática e mandarim.
Aos nove ou dez anos a depressão aparece. A única coisa que prepara uma criança para o futuro é ela poder ser criança. Com a desculpa de prepará-los para o futuro, os malucos dos pais estão roubando a infância dos filhos. Essas crianças serão adultos inseguros e terão discursos hipócritas. Aliás, a hipocrisia já predomina no mundo corporativo.
ISTOÉ – Por quê?
Shinyashiki – O mundo corporativo virou um mundo de faz-de-conta, a começar pelo processo de recrutamento. É contratado o sujeito com mais marketing pessoal. As corporações valorizam mais a auto-estima do que a competência. Sou presidente da Editora Gente e entrevistei uma moça que respondia todas as minhas perguntas com uma ou duas palavras. Disse que ela não parecia demonstrar interesse. Ela me respondeu estar muito interessada, mas, como falava pouco, pediu que eu pesasse o desempenho dela, e não a conversa. Até porque ela era candidata a um emprego na contabilidade, e não de relações públicas. Contratei-a na hora. Num processo clássico de seleção, ela não passaria da primeira etapa.
ISTOÉ – Há um script estabelecido?
Shinyashiki – Sim. Quer ver uma pergunta estúpida feita por um Presidente de multinacional no programa O aprendiz? “Qual é seu defeito?” Todos respondem que o defeito é não pensar na vida pessoal: “Eu mergulho de cabeça na empresa.
Preciso aprender a relaxar”. É exatamente o que o Chefe quer escutar. Por que você acha que nunca alguém respondeu ser organizado ou esquecido? É contratado quem é bom em conversar, em fingir. Da mesma forma, na maioria das vezes, são promovidos aqueles que fazem o jogo do poder. O vice-presidente de uma as maiores empresas do planeta me disse: “Sabe, Roberto, ninguém chega à vice-presidência sem mentir”. Isso significa que quem fala a verdade não chega a diretor?
ISTOÉ – Temos um modelo de gestão que premia pessoas mal preparadas?
Shinyashiki – Ele cria pessoas arrogantes, que não têm a humildade de se preparar, que não têm capacidade de ler um livro até o fim e não se preocupam com o conhecimento. Muitas equipes precisam de motivação, mas o maior problema no Brasil é competência. Cuidado com os burros motivados. Há muita gente motivada fazendo besteira. Não adianta você assumir uma função para a qual não está preparado. Fui cirurgião e me orgulho de nunca um paciente ter morrido na minha mão. Mas tenho a humildade de reconhecer que isso nunca aconteceu graças a meus chefes, que foram sábios em não me dar um caso para o qual eu não estava preparado. Hoje, o garoto sai da faculdade achando que sabe fazer uma neurocirurgia. O Brasil se tornou incompetente e não acordou para isso.
ISTOÉ – Está sobrando auto-estima?
Shinyashiki – Falta às pessoas a verdadeira auto-estima. Se eu preciso que os outros digam que sou o melhor, minha auto-estima está baixa. Antes, o ter conseguia substituir o ser. O cara mal-educado dava uma gorjeta alta para conquistar o respeito do garçom. Hoje, como as pessoas não conseguem nem ser nem ter, o objetivo de vida se tornou parecer. As pessoas parecem que sabem, parece que fazem, parece que acreditam. E poucos são humildes para confessar que não sabem. Há muitas mulheres solitárias no Brasil que preferem dizer que é melhor assim. Embora a auto-estima esteja baixa, fazem pose de que está tudo bem.
ISTOÉ – Por que nos deixamos levar por essa necessidade de sermos perfeitos em tudo e de valorizar a aparência?
Shinyashiki – Isso vem do vazio que sentimos. A gente continua valorizando os heróis. Quem vai salvar o Brasil? O Lula. Quem vai salvar o time? O técnico.
Quem vai salvar meu casamento? O terapeuta. O problema é que eles não vão salvar nada! Tive um professor de filosofia que dizia: “Quando você quiser entender a essência do ser humano, imagine a rainha Elizabeth com uma crise de diarréia durante um jantar no Palácio de Buckingham”. Pode parecer incrível, mas a rainha Elizabeth também tem diarréia. Ela certamente já teve dor de dente, já chorou de tristeza, já fez coisas que não deram certo. A gente tem de parar de procurar super-heróis. Porque se o super-herói não segura a onda, todo mundo o considera um fracassado.
ISTOÉ – O conceito muda quando a expectativa não se comprova?
Shinyashiki – Exatamente. A gente não é super-herói nem superfracassado. A gente acerta, erra, tem dias de alegria e dias de tristeza. Não há nada de errado nisso. Hoje, as pessoas estão questionando o Lula em parte porque acreditavam que ele fosse mudar suas vidas e se decepcionaram. A crise será positiva se elas entenderem que a responsabilidade pela própria vida é delas.
ISTOÉ – Muitas pessoas acham que é fácil para o Roberto Shinyashiki dizer essas coisas, já que ele é bem-sucedido. O senhor tem defeitos?
Shinyashiki – Tenho minhas angústias e inseguranças. Mas aceitá-las faz minha vida fluir mais facilmente. Há várias coisas que eu queria e não consegui. Jogar na Seleção Brasileira, tocar nos Beatles (risos). Meu filho mais velho nasceu com uma doença cerebral e hoje tem 25 anos. Com uma criança especial, eu aprendi que ou eu a amo do jeito que ela é ou vou massacrá-la o resto da vida para ser o filho que eu gostaria que fosse. Quando olho para trás, vejo que 60% das coisas que fiz deram certo. O resto foram apostas e erros. Dia desses apostei na edição de um livro que não deu certo. Um amigão me perguntou: “Quem decidiu publicar esse livro?” Eu respondi que tinha sido eu. O erro foi meu. Não preciso mentir.
ISTOÉ – Como as pessoas podem se livrar dessa tirania da aparência?
Shinyashiki – O primeiro passo é pensar nas coisas que fazem as pessoas cederem a essa tirania e tentar evitá-las. São três fraquezas. A primeira é precisar de aplauso, a segunda é precisar se sentir amada e a terceira é buscar segurança.
Os Beatles foram recusados por gravadoras e nem por isso desistiram. Hoje, o erro das escolas de música é definir o estilo do aluno. Elas ensinam a tocar como o Steve Vai, o B. B. King ou o Keith Richards. Os MBAs têm o mesmo problema: ensinam os alunos a serem covers do Bill Gates. O que as escolas deveriam fazer é ajudar o aluno a desenvolver suas próprias potencialidades.
ISTOÉ – Muitas pessoas têm buscado sonhos que não são seus?
Shinyashiki – A sociedade quer definir o que é certo. São quatro loucuras da sociedade. A primeira é instituir que todos têm de ter sucesso, como se ele não tivesse significados individuais. A segunda loucura é: Você tem de estar feliz todos os dias. A terceira é: Você tem que comprar tudo o que puder. O resultado é esse consumismo absurdo. Por fim, a quarta loucura: Você tem de fazer as coisas do jeito certo. Jeito certo não existe. Não há um caminho único para se fazer as coisas. As metas são interessantes para o sucesso, mas não para a felicidade. Felicidade não é uma meta, mas um estado de espírito. Tem gente que diz que não será feliz enquanto não casar, enquanto outros se dizem infelizes justamente por causa do casamento. Você pode ser feliz tomando sorvete, ficando em casa com a família ou com amigos verdadeiros, levando os filhos para brincar ou indo a praia ou ao cinema. Quando era recém-formado em São Paulo, trabalhei em um hospital de pacientes terminais. Todos os dias morriam nove ou dez pacientes. Eu sempre procurei conversar com eles na hora da morte. A maior parte pega o médico pela camisa e diz: “Doutor, não me deixe morrer. Eu me sacrifiquei a vida inteira, agora eu quero aproveita-lá e ser feliz”. Eu sentia uma dor enorme por não poder fazer nada. Ali eu aprendi que a felicidade é feita de coisas pequenas. Ninguém na hora da morte diz se arrepender por não ter aplicado o dinheiro em imóveis ou ações, mas sim de ter esperado muito tempo ou perdido várias oportunidades para aproveitar a vida.
Caro Harley,
Começo agradecendo a excelente leitura que me proporcionou. Confesso que também não tinha grande apreço pelo entrevistado por associá-lo a uma linha de pensamento humano-comercial, mas, me permito mudar de opinião pelas colocações que fez.
Achei realista a sua visão do mundo e admirável a sua própria trajetória de vida. Concordo que a motivação sem propósito (razão) pode ser muito perigosa, pois, faz com que ações sejam feitas sem que as suas conseqüências (efeitos) sejam consideradas.
Obrigado por suas considerações.
Forte abraço!
Rodrigo Campos
Diretor Presidente
Allegro Business Group
Olá Rodrigo,
e mais um excelente artigo com linguagem límpida e conteúdo construtivo está disponível a todos que gostam de leitura com qualidade, projeção e pertinência.
Parabéns.
Helson Costa
Caro Helson,
Seja sempre muito bem vido!
Tenho acompanhado o seu Blog, Gerência Prática (http://gerenciapratica.blogspot.com), para o qual reitero minha recomendação de leitura ao nossos pares pela boa qualidade das informações e a boa fé dos seus editores ao compartilhar. Como disse em um comentário anterior, comentários como o seu, e de outros já recebidos, fazem aumentar ainda mais a minha responsabilidade.
Obrigado por suas considerações.
Forte abraço!
Rodrigo Campos
Diretor Presidente
Allegro Business Group
Muito bom!! seu texto está muito bem feito e concordo com você, acredito que o mais dificil para um líder é lhe dar com as diferenças e anseios das pessoas da equipe e fazer com que todos sintam-se empenhados em obter os resultados.
Obrigada,
Cara Alessandra,
Seja bem vinda!
Liderar pessoas e lidar com as suas expectativas.
Obrigado por suas considerações.
Forte abraço!
Rodrigo Campos
Diretor Presidente
Allegro Business Group
Rodrigo,
Penso que o um dos maiores desafios de um líder é ser considerado referencia por sua equipe dentro de suas atitudes e sua postura no dia-a-dia e ser uma pessoa capaz de otimizar a atuação de cada indivíduo da sua equipe estimulando também o trabalho em equipe!
Abraços!
Cara Giselle,
Concordo com você, pois, creio que a liderança vem do reconhecimento e não da imposição. O líder deve ser capaz de transmitir a sua equipe o real interesse no progresso dos seus membros.
Obrigado por suas considerações.
Forte abraço!
Rodrigo Campos
Diretor Presidente
Allegro Business Group